Entenda: consumo máximo provável e consumo máximo possível
A NBR 5626 permite dois jeitos de achar a vazão de cálculo de um trecho. O Consumo Máximo Provável usa pesos e simultaneidade; o Possível soma a vazão de todas as peças. A escolha vai para todas as peças do modelo.

Onde fica
Na janela do UnMEP Aqua, a aba Definições de Projeto da coluna da esquerda.
Consumo Máximo Provável
Para a maioria das instalações. Cada peça tem um peso; a vazão de cálculo do trecho sai da soma dos pesos das peças a jusante, por uma curva que considera que nem tudo abre ao mesmo tempo. Quanto mais peças, menor a vazão por peça. É o padrão do Aqua e o que a norma manda para edifícios residenciais e comerciais comuns.
Consumo Máximo Possível
Para instalações especiais: vestiários, escolas, quartéis, lavanderias, baterias de chuveiros com horário marcado. A vazão de cálculo é a soma das vazões de todas as peças a jusante, como se tudo abrisse junto. Diâmetros maiores, sem surpresa no pico.
Como o Aqua aplica
Ao clicar em Avançar para o Próximo nas Definições, o Aqua grava em todas as peças e equipamentos do modelo o parâmetro do método (UnMEP: CMProvável ou UnMEP: CMPossível), com o valor que a família traz para cada caso. É isso que os cálculos de pressão leem depois.
- Trocar o método reescreve o parâmetro em todas as peças e exige calcular tudo de novo.
- O método é do projeto inteiro: não dá para misturar os dois numa mesma instalação. Para uma bateria especial dentro de um prédio comum, calcule os dois projetos e use o maior onde couber.
- Uma peça com vazão própria (parâmetro UnMEP: Considerar Vazão) entra com ela, em qualquer método.
Qual escolher
Na dúvida, Provável. Troque para Possível quando o uso simultâneo é a regra, não a exceção.
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Atualizado em 14 de outubro de 2026